Um dos conceitos mais importantes no SQL Server, ou tecnicamente para quase qualquer plataforma de banco de dados, é o armazenamento. Normalmente abreviado por I/O, para Input/Output, este componente é fundamental para o desempenho do servidor, segurança, integridade, segurança e dos dados.
Em um sistema de banco de dados, o armazenamento não é apenas uma vantagem, e sim é um dos pontos mais importantes na estrutura que pode tornar uma mega estrutura inviável para seu ambiente.
Na verdade, poucos outros componentes de hardware têm um efeito sobre as capacidades do desempenho no sistema de dados finais lugares. E ainda hoje temos situações onde não se dá atenção devida a este recurso como é dada a quantidade de memória ou a velocidade da CPU.
Neste momento cabe uma pergunta bem colocada aos tomadores de decisão.
Como o SQL Server armazena os seus dados?
Como ele gerencia e organiza seus arquivos?
Perguntas extremamente simples, parece uma situação normal, um DBA sabe onde estes dados são armazenados e de que forma. Será que esta afirmação é verdadeira?
O quanto isso pode afetar o seu desempenho posteriormente?
Parece bastante óbvio que os usuários adicionem dados, o espaço de armazenamento no servidor cresce sequencialmente de acordo com as informações inseridas.
Correto – mas como você planeja fazer para isso no seu Banco de Dados?
Também parece óbvio que, como o espaço de armazenamento se torna maior, as informações são inseridas e com base nisso é entendido o tamanho dos seus arquivos.
Mas isso nem sempre é verdade. Então como fatores físicos afetam a rapidez e eficiência o espaço é utilizado?
Baseado em alguns artigos que li, livros, tutoriais e até mesmo com palestras de especialistas da área, resolvi elaborar esta série de posts básicos destes aspectos físicos de armazenamento para o SQL Server, e alguns de seus efeitos sobre o desempenho do banco de dados.
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